29 de junho de 2014

O Pianista e a Cantora

Apesar de ainda preferir as versões "em papel", li recentemente, em versão e-book, e recomendo. Um romance (um tanto ou quanto erótico) e de viagens, que nos deixa uma imensa vontade de conhecer Marrocos. Envolvente e enigmático... cativa da primeira à última página.
"A cada movimento uma nova imagem, a cada toque uma miragem, a cada compasso percorrido a iminente falta de coragem para admitir-me completamente perdido, resignado, encantado e estarrecido".

http://www.wook.pt/ficha/o-pianista-e-a-cantora/a/id/15672042/?a_aid=4f857d4e0c6f2&a_bid=6edf186a

7 de setembro de 2011

Pode o Céu ser tão longe...



Vesti a luz do teu nome e chamei-te pela noite
Entraste no meu sono como o luar entra na fonte
Trazes histórias e proezas, dizes que tens tanto para me dar
Deixas sombras, incertezas… e partes sem nunca me levar.


E de repente o mar sozinho,
ninguém na margem, ninguém no caminho… tão frio.

E o teu beijo mata-me à distância
Ninguém tão perto pode o que o beijo alcança
O meu corpo chora… quando o teu vai embora
Porque o teu mundo é tão longe,
e tão longe pode o céu ser tão longe
Tão longe, tão longe… se a tua voz vive em mim.

Há um deserto que fica
Sou um capitão sem barco
E quando vejo pela bruma
Acendem-se estrelas no quarto

E tu dizes: trago a luz das sereias
Trago o canto da tempestade
E como o vento na areia,
deitas-te em mim feita metade.

E de repente o mar sozinho,
ninguém na margem, ninguém no caminho… tão frio.

E o teu beijo mata-me à distância
Ninguém tão perto pode o que o beijo alcança
O meu corpo chora… quando o teu vai embora
Porque o teu mundo é tão longe,
e tão longe pode o céu ser tão longe
Tão longe, tão longe… se a tua voz vive em mim.

30 de agosto de 2011

This Side of Paradise...

There ain't no crystal ball - there ain't no santa claus
There ain't no fairy tales
There ain't no streets of gold
There ain't no chosen few - ya it's just me and you
And that's all we got ya...that's all we got to hold on to
Ya this side of paradise

26 de julho de 2011

Tornar-se Primavera é tomar o risco do Inverno...


"É claro que te vou fazer mal. É claro que me vais fazer mal. É claro que vamos passar mal. Mas isso é a condição da existência. Tornar-se Primavera é tomar o risco do Inverno. Tornar-se presente é tomar o risco da ausência." Antoine de Saint-Exupéry

17 de julho de 2011

13 de julho de 2011

Truques de mulher



"Fala pouco, nunca alto, fala devagar e com cuidado, fala menos do teu coração do que gostarias porque nunca sabes se tu, ou ele, mentem. Mantem serenas as tuas palavras e nunca murmures o que queres dizer. Mostra o que vales com o que dizes, sem nunca te comprometeres. Sê fria e fugidia como uma gota de chuva, bela e fresca como uma flor de manhã, sê quem sonhas e quem desejas, mas guarda os teus segredos na despensa como um cesto de cerejas.

Fala pouco, nunca de ti, do teu passado e dos teus medos. Fala dos sonhos e dos desejos, mas cala os mais ousados e perfeitos. Não partilhes lágrimas nem tristezas, são coisas só tuas que assustam os homens. Nunca mostres medo de perder o teu amado, nunca lhe digas o quanto lhe queres.

Usa a sensatez como escudo, guarda a tristeza numa caixa. Não abuses de sinceridade nem te escondas na verdade. Segue sempre o teu caminho e não olhes para trás. Quem hesita cansa-se mais do que quem esquece os seus objectivos. Sê dura com os outros na justa medida em que eles são duros contigo. E se sentires por perto a faca de uma traição, ataca primeiro o outro coração. Nunca tenhas medo dos homens, mas lembra-te de que eles podem ter medo de ti. Tenta ouvi-los quando não falam, deixa-lhes espaço para respirar. Não queiras tudo de uma vez, não peças o que não te podem dar.

Mostra calma e segurança, mas não vás dois passos á frente. Aprende a ficar quieta quando o mundo te pede que te movas. Aprende a calar se queres que se calem. Aprende a ouvir nos gestos quem te quer bem quando te abraça e quem te quer mal quando te beija.

Ouve a voz do teu coração, mas não deixes mais ninguém ouvir. Lê muita poesia, mas evita os livros de auto-ajuda, só te vão dizer coisas que já sabes. Dorme muito e come bem, trata da tua pela como se fosse uma joia e da tua alma como se fosse o teu coração. Nunca te esqueças de arrumar as gavetas das tuas memórias antes de deixares entrar alguem na tua vida.

Fala pouco, devagar, para teres a certeza de que serás ouvida. Fala de tudo e de nada, não te cales se fores interrompida. Fala do mundo e do tempo, pouco dos outros e nada de ti. Elogia quem te faz bem, afasta do teu caminho quem te quiz fazer mal. Lembra-te de que o orgulho tem mais força do que lágrimas e suspiros. Guarda as dores dentro do peito ou trasforma-as em risos.

Sê sensata e delicada, tranquila e generosa. Sê discreta e calada, sê bonita e graciosa. Caminha como quem plana, senta-te como uma princesa. Sai antes do tempo, para que nunca se cansem de ti. Volta quando não te esperam, fica apenas quando te pedem. Ri-te das piadas dos outros, mesmo que não tenham graça. Trata bem quem não conheces, desconfia de quem te quer bem de repente. Fica atenta aos sinais, nunca baixes a guarda; Pede conselhos aos velhos, mas não faças o que eles dizem.

Fala baixo, mesmo quando é contigo e ninguem te pode ouvir. Fala com o teu coração, mas não esperes que ele te diga sempre o que queres ouvir.

E quando não souberes que caminho deves seguir, descansa por um momento e pede o que queres ver, ouvir e sentir. Vais ver que consegues, se o mundo te ouvir. "



MR Pinto

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14 de maio de 2011

Já não há canções de amor...




Um deste dias vou poder
apaixonar-me outra vez
sem me importar de saber
se vai durar um ano ou um mês

Correr e saltar num dia
depois não dormir tranquilo
pensar que o amor é isto
e descobrir que afinal é aquilo

Já não há canções de amor
como havia antigamente
já não há canções de amor

Um destes dias vou ser capaz
de encontrar a felicidade
avançar em marcha atrás
ir de verdade em verdade

Dizer que o amor é aquilo
que ontem estava descoberto
e ver que o fim duma paixão
espreita sempre um deserto

Já não há canções de amor
por não haver quem acredite
já não há canções de amor
por não haver quem acredite

E vós almas tão ingénuas
cujo amor não tem saída
que buscais nas tolas canções
o açúcar que adoça a vida

Não percebeis que é o engano
que prova que há uma chance
acertar à primeira não é humano
é a essência do romance

Já não há canções de amor
como havia antigamente
já não há canções de amor
vou investigar o caso
com o máximo rigor
tirar a limpo a verdade
que há nas canções de amor
vou saber se ainda é possível
escrever canções de amor

26 de março de 2011

Sonhos de papel


"Vamos andar de mãos dadas,
Por aí, pelo mar alto,
Pelas praias do sul de França,
Pelas dunas do Bairro Alto.
Neste desastre feliz
De tão perfeitos instantes
dos teus sonhos de papel.
De um tempo sem diamantes
Quero pintar as paredes
Com a cor da tua voz
Vamos andar de mãos dadas
O impossivel somos nós.
Dá-me a mão

Vamos andar de mãos dadas
P'ra sempre, lado a lado
Pelas ruas de Manhattan
Pelos rios do Chiado.
Nesta loucura improvavel
de encontrar a alma certa
Do lado esquerdo da cama
de uma casa deserta.
Quero pintar as paredes
Com a cor da tua voz
Vamos andar de mãos dadas
O impossivel somos nós.
Dá-me a mão"

20 de dezembro de 2010

Desordem Natural

Há uma nova ordem natural das coisas, ou talvez devesse chamar-lhe desordem. Foi o que dei por mim a pensar enquanto limpava a cara com leite hidratante, base, pó e sombras, eyeliner e rímel para aprofundar o olhar e outros truques que nos emprestam a aisance necessária para enfrentar o mundo.

Ele escovava os dentes e ambos olhávamos o outro ligeiramente de lado, como se quiséssemos passar desapercebidos.

- Os meus ovos estão a acabar, tu sabes?

- Eu sei querida, penso muitas vezes nisso.

Eu também, quase disse, mas depois calei-me e fomos deitar-nos. Claro que ele sabia. Há mais de quatro anos nisto, e a querer casar e ter filhos, e ele não.

Apagou a luz e ficámos os dois quietos, presos um no outro. E foi então que me disse que pensava muito no futuro, que às vezes ainda sonhava o futuro comigo, casa, filhos e férias juntos, uma família feliz, que já estivera muito mais perto de me pedir em casamento do que eu alguma vez suspeitara, mas o medo impedira-o sempre de avançar.

Em vez disso, marcava o território qual macho indeciso, e eu, muito parva, em vez de acender a luz e lhe perguntar: mas porque raio é que nunca o fizeste? Deixei-me estar quieta no escuro e respondi:

- Ainda bem, fico muito contente, afinal não estava maluca estes anos todos, afinal tu sempre gostaste de mim – e depois adormecemos mergulhados naquela paz triste e serena própria de quem perde a guerra porque não lhe apetece lutar a última batalha.

Nunca sabemos quando deixamos de amar alguém, o amor nunca morre, é como uma velha árvore que se vai desfazendo; os troncos ficam demasiados pesados e quebram, as folhas estalam e caem, é um processo muito lento, sobretudo quando não queremos deixar de amar.

Durante demasiado tempo eu pusera os meus ovos todos naquele cesto. Por obstinação, infantilidade, ou as duas coisas, aí guardei a minha ideia de futuro: os ovos do sonho, da esperança, da fertilidade. Mas o cesto estava vazio. E, do outro lado da realidade, o medo, ainda e sempre esse monstro cinzento igual à morte, apenas sem a ceifa erguida, que sempre o impedira de se atirar à vida e de ser feliz.

Dormi pouco, sobressaltada por imagens do meu futuro impossível. Era como se já o tivesse vivido sem nunca ter passado por ele. Crianças de cabelos aos caracóis com o riso igual ao meu, uma vida em comum, semelhante à dos comuns mortais da casa ao lado, da rua de cima, da cidade vizinha, quem sabe até de outros planetas, porque o amor é universal e a vontade de criar laços e de ter filhos atravessa todos os seres vivos.

Era muito cedo quando se levantou e me trouxe uma chávena de café antes de sair. Quis perguntar-lhe porquê, mas já não valia a pena pedir, explicar, insistir, chorar e rir, todos os verbos estavam gastos, e no entanto todos os gestos eram ainda e sempre tão belos.

Ele a pentear-me a franja para o lado com cuidado, a olhar para mim como se tivéssemos 10 anos e eu fosse a sua primeira namorada, e depois a ir-se embora devagar, como quem nunca quer partir, enfrentando a desordem e o caos que governam o mundo.

Fechei os olhos e adormeci de novo. Quando acordei, vi um embrulho enorme em cima da mesa-de-cabeceira. Era o cesto dos ovos. Estavam todos lá dentro, muito arrumados, de várias cores e tamanhos. Peguei no cesto e fui-me embora. Finalmente estava livre. Agora já podia ir até ao fim do mundo.

MRPinto

19 de dezembro de 2010

Um beijo...

Foste o beijo melhor da minha vida,
ou talvez o pior...Glória e tormento,
contigo à luz subi do firmamento,
contigo fui pela infernal descida!

Morreste, e o meu desejo não te olvida:
queimas-me o sangue, enches-me o pensamento,
e do teu gosto amargo me alimento,
e rolo-te na boca malferida.

Beijo extremo, meu prêmio e meu castigo,
batismo e extrema-unção, naquele instante
por que, feliz, eu não morri contigo?

Sinto-me o ardor, e o crepitar te escuto,
beijo divino! e anseio delirante,
na perpétua saudade de um minuto....


Olavo Bilac (poeta brasileiro)

29 de novembro de 2010

"O Céu pode esperar..."

Durante muito tempo pensei que não era assim, acreditava que a perfeição se pode cruzar com a realidade. Comprei uma escada muito alta, instalei-a no telhado, escolhi uma nuvem e iniciei uma missão impossível. Todos os dias vivi como podia, circunscrita à minha vida terrena que se ia esvaziando, enquanto à noite subia pela escada e me escondia em sonhos.

Deixei de viver neste mundo e estacionei numa realidade alternativa. A escada era imensa, íngreme e traiçoeira, dificílima de subir. E cada vez que era obrigada a descer à pressa ou me empurravam cá para baixo, vinha aos trambolhões, caía, magoava-me e, com a teimosia das crianças obstinadas voltava a subi-la.
Quanto tempo estive assim alienado do mundo? Alguns anos da minha vida, a tentar fazer equações com variáveis impossíveis de combinar. A escada levava a uma nuvem na qual não existia nada, apenas ar condensado, uma ilusão de algodão sem peso nem estrutura. Uma nuvem imensa feita de ilusões que pairava sobre o meu mundo, roubando-me o sol e ofuscando-me de todos os prazeres da vida. Vivia num labirinto, uma enorme armadilha que montara a mim próprio. Por causa da nuvem vivi situações intoleráveis, deixei-me enfraquecer, esperei e desesperei até não esperar mais nada…e perceber o quanto estava errada!

Há umas semanas apenas, como se despertasse de um transe, deitei fora a escada. Não quero subir para outra realidade quando me deixar levar outra vez por sentimentos perturbadores… Não quero ter de lutar para conquistar o afecto, nem o tempo, nem o amor de ninguém. Não quero correr atrás de nada. Quero uma pessoa ao meu lado, que me acompanhe num caminho feito de terra, com os pés bem assentes na realidade… (...)

Deitei fora a escada e voltei a ser quem era. E quando olho para o espelho, vejo outra vez aquela luz que tinha cá dentro a voltar, a brilhar com mais força. Afinal, nunca se tinha apagado. Estava cá, sempre esteve, precisava apenas de ser alimentada de uma energia real e não de sonhos e migalhas. Estou a voltar a mim. Devagar, com medo do mundo cá em baixo na terra, mas voltar agora é isso que importa.
Os amores platónicos servem para escrever livros, canções e os mais belos poemas de amor, mas tornam-se alérgicos à vida. Prefiro a terra, com cheiros, formas, cores e texturas. Prefiro sonhar com o mundo do que um mundo de sonhos. Prefiro estar cá em baixo, onde nasci, sem imaginar que tenho asas ou que o céu é para mim. Afinal, o céu pode esperar.

MRP

16 de setembro de 2010

Elogio ao Amor

Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria. Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo".O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas. Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.

8 de setembro de 2010

Felicidade


"Ask most people what they want out of life and the answer is simple - to be happy. Maybe it's this expectation though of wanting to be happy that just keeps us from ever getting there."

29 de agosto de 2010

Ouvi dizer...

"... E ao que eu vejo
Tudo foi para ti
Uma estupida cancao que só eu ouvi
E eu fiquei com tanto para dar
E agora nao vais achar nada bem
Que eu pague a conta em raiva
(...)
A cidade esta deserta
E algum escreveu o teu nome em toda a parte
Nas casas, nos carros,
Nas pontes, nas ruas...
Em todo o lado essa palavra repetida ao expoente da loucura
Ora amarga, ora doce
Para nos lembrar que o amor uma doença
Quando nele julgamos ver a nossa cura"



16 de agosto de 2010

Sweet Disposition

"A moment, a love, a dream, a laugh, a kiss, a cry... our rights, our wrongs...Just stay there, 'cause I'll be comin' over."


22 de julho de 2010

I'm not taking you to dinner...


"I'm not taking you to dinner. I will take you to lunch. Saturday afternoon, in broad daylight. We'll eat in a public place, then maybe take a walk on a crowded street. We'll get to know each other, see if we have an interest in the same kind of future, because... I want to build a life... and a family... and I'm not wasting my time on somebody who doesn't share that interest."

Grey's Anatomy

1 de julho de 2010

Pictures of you...

"I've been looking so long at these pictures of you that i almost believe that they're real (...) there was nothing in the world that i ever wanted more than to feel you deep in my heart."


8 de junho de 2010